Práticas Integrativas e Complementares em Saúde.
- revigorasp
- Feb 2
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Práticas Integrativas e Complementares em Saúde
Que alegria poder compartilhar com vocês algumas reflexões a partir da IV Jornada em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde da Escola de Enfermagem da USP, que aconteceu em agosto de 25.
É fato que o Ministério da Saúde enfrenta desafios para implementar as PICS em todas as Unidades Básicas de Saúde do país — e tudo bem. Estamos falando de um país grande, continental.
Mas a reflexão que eu faço é outra: e nós? E você?
Como anda a implementação das PICS na gestão da sua própria saúde e da saúde da sua família?
O “C” de complementares tende a cair — e há indícios concretos disso. Existem muitos estudos de caso e uma infinidade de pesquisas em que uma única prática integrativa foi utilizada com total eficácia. Diante disso, ela estaria complementando exatamente o quê?
Estar em cenários como o da Jornada é muito potente, porque já não se gasta tanta energia discutindo comprovação ou eficácia das PICS. Um mapa de evidências e inúmeros estudos já dão conta disso. A pergunta que permanece é: como implementar as PICS na sua vida e na sua saúde?
Qual é a lógica que sustenta o integrativo?
É não negar as múltiplas dimensões de quem somos. Não olhar apenas para o sintoma físico. O sintoma passa a ser compreendido como um código, um sinal que o corpo emite e que precisa ser traduzido para, só então, escolher qual prática faz sentido utilizar.
E você, por exemplo, tem abertura para as práticas indígenas?
O Ministério da Saúde tem — e já está, inclusive, preparando a regulamentação das PICS indígenas.
Cada vez mais práticas são reconhecidas. E a grande questão passa a ser: qual prática utilizar, em qual momento e para qual situação?
Aqui na Revigora, quando você inicia os ciclos de tratamento, recebe apoio justamente nesse percurso: mudar a lógica do olhar, ampliar a escuta dos sintomas para além do que o corpo aparenta e evitar a resposta automática de apenas medicar.
É mais fácil escolher um medicamento?
Mas isso resolve de fato?
O que acontece lá na frente?
O sintoma tende a voltar?
Isso já aconteceu com você?
Vamos refletir juntos sobre isso.



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